Compartilho com vocês todas as fotos desse ensaio analógico que fiz para a Couro50.
A ideia surgiu naturalmente. Já acompanho a marca há um ano, sempre alimentando o site e as redes com fotos novas todo mês. Dessa vez o cenário pedia outra abordagem: o estádio do Botafogo, no Rio de Janeiro, num dia lindo, com as carteiras da marca conectadas ao time.
Muita gente pensa que fotografia analógica é só um complemento dentro de um ensaio digital, um adicional pra dar um toque diferente. E pode ser isso mesmo. Mas também dá pra fazer o ensaio inteiro assim, do começo ao fim, como você pode ver aqui nesse post.
Minha base sempre foi o cinema. A forma como penso composição, direção de cena, cor e textura vem de lá, e isso já aparece nas minhas fotos digitais. Com o analógico eu levo essa referência ainda mais a sério: uso filme de cinema, daqueles rolos que vêm em lata e são feitos pra gravar cenas de Hollywood. Depois, escolho os melhores laboratórios do mundo pra fazer o processamento químico e o tratamento final, sempre buscando aquele acabamento de cinema.
O resultado é uma cor e uma textura que não existem em nenhum outro processo. E mesmo com tudo isso, a linguagem continua sendo a minha, do jeito que sempre fotografei.
Ter essa experiência num lugar tão querido pela Couro50, com esse nível de qualidade, foi especial.
Se você tem uma marca e quer contar sua história assim, dá pra fazer só um adicional analógico no seu ensaio, ou embarcar no processo completo, 100% em filme.
Para os amantes de fotografia:
Tudo foi fotografado com uma Nikon F + 50mm Nikkor f/1.4 + Kodak Vision3 250D (sem ramjet).
O processamento foi por conta meu amado Carmencita Film Lab.



































